Acesso ao “Dipiroma” e a “ Pobretização”: O que diz o “Mistério” da Educação em 2021

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Com as recentes falas do Sr. Excelentíssimo Ministro da Educação, Milton Ribeiro, a
sangria foi mais uma vez exposta ao ridículo e aos conluios capitais semeados.

O chefe do mistério, digo, ministério, disse : “Que adianta você ter um diploma na parede,
o menino faz inclusive o financiamento do FIES que é um instrumento útil, mas depois ele sai,
termina o curso, mas fica endividado e não consegue pagar porque não tem emprego.”

Com essa citação enfureceu a muitos dos “defensores dos estudos” e os que lutam por
total democratização do ensino no país.

Vamos analisar os pontos que levaram este
distinto senhor a propagar esta notória “probretização”, digo, “pobretização”, quer dizer,
Problematização!!!

A digna observação da dor de ter um Diploma e não ter emprego e o acesso ao
“Diproma”, digo, “Dipirona”, devem ser fomentados com clareza nas Universidades.

Este para dores auriculares, aquele para entender e, com sapiência, absorver a relação
entre estudo e trabalho de maneira não esdrúxula como a levantada pelo Milton.

A fala se baseia em questões políticas que envolvem o atual governo e isso já é, de
conhecimento geral, totalmente e pejorativamente politizada em seu âmago de fato e
ousadia. A politização da educação se tornou, de alguns anos para cá, uma situação de
extrema calamidade, pois, se de um lado a educação é a base forte de qualquer
plataforma política, por outro, ela é base forte da formação de qualquer cidadão e do
crescimento de qualquer país que quer atingir a maturidade.

Não deve ser apenas uma questão de ganhos e anseios eleitoreiros, mas sim, do medo da perda do principal
elemento de formação contundente do ser. O ser que deixa de ser se ….

Essa partícula apassivadora é de fato a caracterização do agente fundamental que
estabelece as bases da construção do Silva, Santos, Souza, Oliveira e de muitos outros
que a “estrela não via.”

“A Solução-Maravilha na educação”

educeuquerosaber

A educação se tornou um problema de saúde pública, de renda, segurança e problema
diretamente político. Sim! Parece brincadeira, mas hoje, no Brasil, a educação é política
por natureza problemática e não “solucionática”.

Honras à Dadá Maravilha!!!
A educação não se tornou bandeira positiva e sim negativa das últimas discussões.
Sempre sendo pensada de maneira depreciativa e pessimista vêm se moldando à forma e
caráter triste e desanimador.

O discurso é o mesmo: “Está tudo errado!”, “ Os professores não estão formados de
maneira correta!”, “Ensinar isso ou aquilo na escola é errado!”, “ Está tudo errado!”
Quais são os acertos dos profissionais da educação???

Quais são as lutas ganhas? Quem ganha as lutas?
Não pense que o que foi dito foi aleatório ou apenas maldoso. Foi pensado e
direcionado.

Não vamos tratar como romantismo de uma simples ficção. Deve ser tratado sem
estômago.

A classe política fora da escola

educeuquerosaber

A classe dos senhores está inteiramente voltada a persuadir os educadores a
experimentarem novos rumos, e não é a toa que muitas reformas estão acontecendo e
sendo organizadas.

A BNCC, LDB, os modelos de avaliação nacional do ensino, algumas formações profissionais, alguns currículos voltados à licenciatura. Tudo está sendo modificado.

Passamos por um período de mudança e isso está acontecendo lentamente agora, hoje
mesmo na escola de cada profissional que recebe novos e doces protocolos dos
diferentes modelos.

Os profissionais da educação precisam entender que isso não é apenas uma “maldade”
de senhores que “odeiam” a todos e querem ver todos os cidadãos “burros” e incapazes
de raciocinar. Isso é de fato uma mudança estratégica.

De maneira alguma estou defendendo nenhum ponto de vista do governo, mas quero tratar aqui de ação perspicaz
e efetiva.

Não se deve encarar como uma fala solta de um ministro de um governo “fascista”,
“opressor”, mas sim, como algo estritamente pensado e articulado para tal. E com isso,
o que devemos fazer?

O museu de grandes novidades

educeuquerosaber

Devemos agir da mesma maneira. Queremos o que para nós e para a o futuro da
educação no país, a não-democratização do ensino? Alunos incapazes de discernir
simples textos?

A luta deve ser racional e cirúrgica. O dia-a-dia nós decidimos.
Se a Educação é limitada à uma fala ridícula, a educação não deve ser limitada por uma
fala ridícula. A Educação tem educação?

A educação é estratégica e o acesso à educação deve ser trabalhado em cada ação
escolar. Essa é a resposta de falas como essa. O pensar deve ser restrito às lutas e
anseios racionais de caráter duradouro, oxalá, permanente.

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